sábado, 29 de novembro de 2008

ESCREVER NUM É MOLE NÃO

Existem amigos, e amigos. Porque o amigo mesmo é aquele que você senta falta.
Carlos Rafael é um desses. Sinto a sua falta. Embora não estando junto, mas está sempre presente nas lembranças. Encoraja-o nas pequenas coisas. O fortalece de verdade. Na sinceridade. Na boa.
Sou leitor diário do seu BLOG "TUDO FEL".
Fel pode ser uma secreção produzida pela bile. O bom biriteiro sabe bem disso. Principalmente quando está de ressaca. O FEL fica querendo sair pela boca.
Pesquisando no Wikipédia encontrei também que é uma comuna francesa na região administrativa da Baixa-Normandia, no departamento Orne. Estende-se por uma área de 7 km², com 266 habitantes, segundo os censos de 1999, com uma densidade 38 hab/km².
A Internet oferece dentre muitas coisas boas a aproximação das pessoas. É assim que tenho acompanhado my friend.
Mudando de assunto, temos dois filhos. Victor e Rodrigo. Eles gostam de escrever. Recentemente o Victor fez um comentário no livro de um amigo dele. Um poema. Vou transmiti-lo aqui para quem deseja:

Ode a um trespoeta

Ó tu trespoeta André Pluriciente
Ímpeto de intrépida inquietude e luta
Venho aqui homenagear tua conduta
De rica perturbação onipresente

De fronte às sensações deste mundo
Profuso em incompreensões da verdade
Tomas tu teu gládio e brande com vivacidade
Os ensinamentos do cotidiano profundo

Não te abalais, companheiro de trova,
Com as auto torturas do pensamento fugaz
Levanta-te! Espírito sertanejo audaz

Permaneces tu sempre em missiva nova
Posto que tua diligencia aos amigos apraz
Sendo tua fonte de força deveras voraz.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

DE VOLTA

Depois de fuçar por muito tempo, o BLOG do meu amigo Carlos Rafael.
Resolví criar coragem. Voltar a escrever também.
Queria ter o mesmo dom que ele. Porque na verdade ele é um poeta.
Resolví tambem fazer um diário. Registrar meus momentos, passagens, coisas do cotidiano mesmo.
Acordei hoje com uma certa lezeira. Não tenho dormido muito bem. Ando com um sono muito leve. Deve ser os problemas: Contas para pagar que não foram pagas. Cheque estourado. E por ai vai.
Mas na verdade hoje é o dia do "FUNCIONÁRIO PÚBLICO". E porque não começar falando sobre esse tema. Depois conto mais de mim mesmo. Então vamos lá.
Funcionário público é todo aquele empregado de uma administração estatal. Sendo uma designação geral, engloba todos aqueles que mantêm vínculos de trabalho com entidades governamentais, integrados em cargos ou empregos das entidades político-administrativas, bem como em suas respectivas autarquias e fundações de direito público.
Regime Jurídico dos Servidores Públicos:regime estatutário ou celetista.
Ressalve-se que a partir da Constituição Federal de 1988, ambos os regimes devem respeitar algumas regras constitucionalmente estabelecidas, como, por exemplo: todos os admitidos pelo empregador público devem estar sujeitos a um processo seletivo ou concurso público. Quando na prática isso não é verdade.
Assim, no Brasil existem os chamados servidores estatutários (vinculados ao regime da Lei Federal n°. 8.112) e os chamados servidores celetistas (obedecem à Consolidação das Leis do Trabalho).
Remuneração
A retribuição pecuniária referente aos serviços prestados pelo agente público ao estado se dá da seguinte forma: I Vencimento: é a retribuição pecuniária pelo exercício de cargo público, com valor fixado em lei;
II Remuneração: é o vencimento do cargo efetivo, acrescido das vantagens pecuniárias permanentes estabelecidas em lei;
III Subsídio: é a retribuição pecuniária exclusiva e fixada em parcela única, vedado o acréscimo de qualquer gratificação, adicional, abono, prêmio, verba de representação ou outra espécie remuneratória. Esse tipo de remuneração não é a regra geral e aplica-se aos casos que a lei especificar;
IV Provento: é a retribuição pecuniária paga ao exercente da cargo público quando passa da atividade para a inatividade, ou seja, quando se aposenta;
V Pensão: é a retribuição pecuniária paga às pessoas a quem a lei atribui a condição de beneficiárias do servidor público que veio a falecer.
Estava crente que não ia trabalhar em Altaneira, mas um telefonema do meu colega Sergio mudou toda a trajetória. E lá fomos nós. Êita funcionáriozinho arretado.