quinta-feira, 5 de julho de 2007

Notas de um cavaleiro...


Eu sou a nata do lixo
Sou do luxo da aldeia
Eu sou aquele que aperreia
Gosto de chamar de bixo
Quando vou cumprimentar.
Sou do Cratinho de açucar
Do Interior do Ceará.

Agente diz oxente
Cabra da peste, arriégua
Sou um cabra pai'dégua
De muita légua a andar.
Cavaleiro solitário
Só num gosto de otário,
Abel, falso e mentiroso
Gosto dum jeito maluco
Dum caboclo curtidor
Essa rima tá muito doida
vou parar com o andor.

Vá rápido quando puder.
Vá devagar quando for obrigado.
Mas, seja, lá o que for, continue.
O importante é não parar! Cavaleiro, não há caminho.
O caminho se faz no caminhar.

Temos que aproveitar todos os dia para
fazer um balanço da nossa vida:
repensar nossos erros e relembrar
os acertos, perdoar-se pelos fracassos e orgulhar-se
das nossas vitórias. E entender que erros, acertos,
fracassos e vitórias são a nossa história, a história da nossa vida.
E, por isso, devem ser valorizados por igual.
Sem eles não seriamos quem somos hoje.
É isso ai.
Falei.