quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Anarquista, Libertário, Agnóstico, Deista. É o que sou

Na verdade, politicamente falando,
Eu sou mesmo é anarquista.
Libertário. Gosto mesmo é da desordem.
Como já dizia Chico Science. “O caos”.
Foda-se os partidos políticos e os políticos também, porque não.
No tocante a religião sou a gnóstico, deista. Explicando:
Agnóstico porque tenho uma posição metodológica que só admito os conhecimentos adquiridos pela razão e evito qualquer conclusão não demonstrada. Considero inúteis as discussões sobre questões metafísicas, já que estas tratam de realidades incognoscíveis. Admito uma ordem de realidade. Pois não.
Deista, porque considero Deus como o princípio ou causa do mundo, infuso ou difuso na natureza, como o arquiteto do universo. Elaborado dentro do contexto da chamada religião natural, cujos dogmas são demonstrados pela razão.
O conceito deista de Deus pode confundir-se com o conceito de uma lei, no sentido racional-natural do termo. Trata-se do Deus de todas as religiões e seu conceito não está associado às idéias de pecado e redenção, providência, perdão ou graça considerado “irracional”. É antes um Deus da natureza do que um Deus da humanidade e, como um eterno geômetra, mantém o universo em funcionamento, como se fosse um relógio de precisão. Pois sim.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

"o despertar"

São 5:50hs da manhã. O despertador do celular é acionado.
Mesmo desligado ele dispara, não importa. O bicho é danado mesmo.
Telefone, relógio, agenda, despertador, máquina fotográfica,calculadora, jogos,
Internet, radio FM, MP3, MP4, computador, recebe e envia mensagens.
Vou parar por aqui, deve ter muito mais coisas nesse trem. Tudo isso na palma da sua mão.
Revolução das máquinas.
"Homens não sois máquinas, Homens é que sois". Charles Chaplin.
Mas não era isso que queria falar. Mas da obrigação imposta aos homens para suas realizações. Parei no despertador. Levanto como se fosse uma máquina programada. É sempre assim. Praticamente todos os dias.
Faz a barba, Escova os dentes, solta o preso, toma banho.
Acordar a mulher, tarefa mais difícil. Toma café, fuma um cigarro.
Ae parte pra trabalhar. São 7:00hs.
As 19:00hs. volta pra casa.
Doze horas de labuta. Chega o final do mês o que ganha não paga as contas.
O cheque especial volta de novo. E tome juros.
Já pelejei mas num sei onde isso vai parar não.

sábado, 18 de agosto de 2007

Távola Rotária

Assim como muitas coisas nascem do acaso, com a Távola Rotaria não foi diferente.

Antes de entrar nessa seara, cabe aqui um prólogo. "o clube do charuto".

Com a finalidade de degustar um bom charuto e desfrutar de uma boa música, foi criado o clube do charuto do Crato.

O clube foi formado com os seguintes parceiros: Océlio, Carlos Rafael, Armando Rafael, Luciano, Dimas, João Augusto, Glauco, esses todos da URCA, Gladstone, Humberto Mendonça, Luís wellington, esses rotarianos.

O único Rotariano que degustava o charuto era Humberto Mendonça.

As Damas da casa da amizade viviam a reclamar.

Eu e Rafael passamos a fumar juntamente com Humberto no rotary,

para tristeza das damas.

Como a fumaça aumentou e consequentemente o cheiro do charuto também.

Resolvemos ficar na parte externa do clube, para não incomodar tanto.

Somando-se aos três cavaleiros(Humberto, Rafael, Gladstone) foram se achegando outros: João Batista e esposa(Socorro), Luís Wellington, Aglésio, Thiago e esposa(Mirela), Jodailson. Esses eram os pés de boi. Outros companheiros apareciam casualmente.

A mesa começou a ficar disputada.

Rolava um bom papo, divagações, resolvíamos quase todos os problemas do Brasil.

Resolvemos então formar um grupo. Assim nasceu a Távola Rotaria.